sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

RICARDO LUIZ KROBEL

Plano de negócios é chave para sobrevivência de empresas

As vezes não damos muita importância para as matérias dadas na faculdade.

Eis abaixo um modelo de aplicação direta do que aprendemos...




Plano de negócios é chave para sobrevivência de empresas

Antes das eleições presidenciais de 2002, o jornalista e advogado Henry Ajl abriu uma empresa de turismo de aventura. Pouco tempo depois, teve de fechá-la: a cotação do dólar disparou, as viagens internacionais ficaram mais caras e os clientes sumiram.

A experiência de Ajl é similar à de muitos empresários. Apesar de terem uma boa ideia de empreendimento, não investem em um plano de negócios. Considerada uma das ferramentas mais importantes para o planejamento, o documento descreve os objetivos da empresa e analisa o que é necessário para alcançá-los.

Segundo relatório do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), 45% dos donos de empreendimentos abertos entre 2003 e 2007 no Estado de São Paulo não levantaram dados sobre o número de clientes que teria e seus hábitos de consumo; 30% ignoraram o número de concorrentes e 28% não buscaram informações sobre fornecedores.

Foi "um erro", admite Ajl, sobre a falta do plano de negócios. Mas, complementa, "a gente é tão consumido no dia a dia que não sobra tempo".

Em 2003, o empresário mudou de área e abriu uma produtora de vídeo. Apesar de dizer que "seria interessante ter um plano de negócios", Ajl afirma que a maioria das decisões que ele e o sócio, Markus Bruno, tomam é acertada. Exemplo disso foi a de investir, há seis anos, em gravação em alta definição - padrão que se popularizou no país. "A gente não tem uma coisa formalizada, mas, de tempos em tempos, sentamos e decidimos o que vamos fazer."

Segundo Dariane Castanheira, professora da Fundação Instituto de Administração (FIA), entidade ligada à USP, o plano de negócios é essencial "para que o empresário não invista dinheiro e esforços em vão".

Para isso, é necessário abranger três pontos cruciais: o ambiente (contexto em que a empresa se insere, desde concorrência até macroeconomia), o produto ou serviço que é oferecido (características e diferencial) e um plano financeiro (capacidade de investimento, fluxo de caixa e previsão de lucro). "Muitas vezes, o empresário acha que tem tudo na cabeça."

Além do ganho com o planejamento em si, Castanheira explica que, com um plano de negócios, é mais fácil conseguir crédito em instituições como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Para elaborar o plano de negócios, vale investir em informações na internet - como a cartilha do Sebrae - ou em livros. Ou fazer como o empresário Minoru Ueda, que matriculou-se em um curso de gestão de empresas.

Formado em história, mas com especializações na área de administração, ele já havia trabalhado em um banco e na área de recursos humanos quando decidiu que abriria uma franquia de uma loja de bijuterias com sua esposa. A partir de então, os dois procuraram capacitação em empreendedorismo e fizeram um plano de negócios com uma projeção de 10 anos.

Em 2004, a primeira loja foi aberta no Itaim Bibi e, no fim do ano passado, seguindo o plano, a segunda franquia foi inaugurada. Ele diz que as maiores dificuldades foram fazer as previsões de macroeconomia e de política do país e pensar em cada detalhe, cada possibilidade que poderia influenciar sua loja.

"Sempre vai haver uma ou outra coisa inesperada, mas, quando há planejamento, o impacto no negócio é menor, porque todo o resto está planejado", diz ele. Ueda fala com propriedade. Quando tinha apenas a primeira loja, a rua passou por reforma para se transformar em shopping a céu aberto. Durante cerca de um ano, o movimento caiu; mesmo assim, a empresa sobreviveu.

A flexibilidade, aliás, é outra característica importante do plano. Ele deve ser um guia para o empresário, nunca um gesso. "É importante que o plano de negócios seja repensado sempre, é assim que as grandes empresas fazem", adverte Castanheira.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Como obter sucesso na carreira profissional

Grandes carreiras não caem do céu. As pessoas têm sucesso profissional porque trabalham para isso aplicando técnicas eficientes, consciente ou inconscientemente. Essas pessoas são as primeiras a serem promovidas, suas carreiras avançam rapidamente. Eles produzem mais com eficiência, tornando a experiência dos clientes mais agradável.  
Empresas e carreiras lineares estão terminando. Já se foi o tempo que a previsibilidade era uma constante, onde os processos tinham uma ordem e era fácil trocar de segmento. Como empregado você tinha sua parcela de responsabilidade. Se você era um profissional de vendas, seu trabalho era vender um produto especifico em um determinado território. Agora com as novas tecnologias, fusão de empresas, a intensa competição e a mudança de paradigma da economia antes baseada na produção e agora baseada no conhecimento causaram fortes transformações nas empresas. Hoje as empresas buscam flexibilidade e alternativas para se adaptar as constantes mudanças econômicas. Obviamente, exigi-se isso dos funcionários. Isso traz boas e más notícias aos empregados.
A má notícia é que você não está mais seguro no seu emprego. As atividades estão sendo “quebradas” em componentes que não necessitam ser realizadas por empregados full-time e contratos em regime CLT, conhecida como “carteira assinada”.
A boa notícia é que isso amplia as possibilidades para novas iniciativas e crescimento profissional. É uma oportunidade para você ampliar seus rendimentos, fundando sua própria empresa.
Compreenda que esses profissionais entendem e gerenciam os seguintes componentes na sua carreira profissional: Desejos, Habilidades, Temperamento e Bens.
Para entender quais são seus desejos faça uma lista com todos os seus desejos tanto pessoais quanto profissionais. Agora separe os desejos das vontades. Qual a diferença? Os desejos são aquelas coisas tangíveis. As vontades são aqueles sonhos que todos gostaríamos de realizar, por exemplo, fazer um cruzeiro pelo Mediterrâneo com o seu próprio iate muito bem acompanhado. Entretanto, os sonhos escondem seus desejos. Avalie bem a lista para extrair seus reais desejos. A partir daí escreva planos para atingir seus objetivos.
As habilidades são as coisas que você faz bem. Não apenas suas habilidades técnicas, mas também suas habilidades no relacionamento com pessoas; trabalho em equipe; como resolver conflitos, etc. Entenda quais são suas principais habilidades e aperfeiçoe-as constantemente. Dê mais prioridade no aperfeiçoamento de suas habilidades principais do que desenvolver aquelas que você tem dificuldades. O esforço para atingir um nível aceitável é muito maior do que aperfeiçoar suas habilidades principais. Muitas vezes é mais eficaz pedir ajuda para pessoas que possuem tais habilidades.
O temperamento está relacionado com sua personalidade e estilo. Basicamente, existem quatro tipos de estilos, segundo Alfredo Castro e Valeria José Maria: Analítico, Controlador, Experimental e Relacional. O analítico trata os fatos de forma lógica e racional. O controlador organiza os fatos de forma realista e cronológica. O experimental visualiza os fatos de forma intuitiva e global. O relacional trata os fatos de forma expressiva e interpessoal. O primeiro ponto é saber qual dos estilos é dominante em você. Esse conhecimento levará você a entender seus próprios comportamentos e como você se relaciona com o mundo.
Os bens são coisas que você possui e que ninguém pode lhe tirar. Por exemplo, sua educação, sua experiência em um grande projeto, seu poder de persuasão e influência nas pessoas. Sua obsessão por conseguir algo pode ser um bem. Entretanto, você pode não saber que possui um bem se não houve oportunidade para prová-lo. Você só poderá saber que possui um poder persuasivo se lhe for dado à oportunidade de se comunicar com pessoas. Fato que pode não acontecer com freqüência se você for um programador. Por isso, nunca perca uma oportunidade de fazer algo diferente para que você possa descobrir quais são os seus bens.
Entendendo suas características e habilidade é possível direcionar sua carreira para o sucesso. Como empregado em uma empresa você deve continuamente agregando valor ao seu trabalho e a você. Segue nove maneiras para você aumentar o valor do seu trabalho:
  1. Esteja sempre no caminho crítico do trabalho. Atividades que fazem parte do caminho crítico são de atividades que agregam valor ao negócio. Se você não vê nenhuma conexão entre o seu trabalho e o caminho crítico procure formas de entrar no caminho crítico ou o seu trabalho é dispensável.
  2. Pratique o auto-gerenciamento. Procure formas de tornar seu trabalho mais efetivo e produtivo, agregando valor ao negócio.
  3. Estabeleça relacionamento com especialistas. Amigos, colegas, fornecedores e antigos colegas de outras empresas devem fazer parte da sua rede de contatos. A rede de relacionamento só funciona quando as pessoas podem trocar experiências. Para tanto, identificar o que você pode trocar com outras pessoas.
  4. Procure ser recomendado para especialistas. Toda a vez que alguém te recomendar para outros demonstre seu reconhecimento e quando tiver uma oportunidade recomende-o.
  5. Analise os problemas pela perspectiva dos outros. Se colocando na pele da outra pessoa podemos avaliar melhor um dado problema. Isso incluir seus colegas de trabalho, seus clientes, seus competidores e a gerência da sua empresa.
  6. Trabalhe em equipe para conseguir alto desempenho. Trabalho em equipe aumenta, exponencialmente, a capacidade de trabalho e criatividade, agregando valor ao negócio.
  7. Seja um seguidor especialista e um líder. Se você trabalha seguindo orientação da empresa procure fazê-lo da melhor forma possível, liderando iniciativas para atender as expectativas.
  8. Conheça a organização informal da empresa. O poder nem sempre está na organização formal. Muitas vezes alguém que não está no topo da estrutura organização possui mais poder que um diretor ou gerente. Você deve conhecer essa estrutura e trabalhar para que essas pessoas conheçam o seu trabalho.
  9. Conheça a cultura de sua empresa. Cada empresa possui sua “cultura” que governa as coisas na empresa. Desde a forma como as pessoas devem se vestir, como as pessoas atendem as reuniões e como as decisões são tomadas. Aprenda a aceitar essas práticas, mantenha seus olhos abertos e peça ajuda quando necessário.
Se você puder movimente-se na organização, trocando de chefes e de departamentos você está numa situação confortável, entretanto se você se encontra em uma posição desconfortável procure trocar de empresa para não prejudicar o desenvolvimento de sua carreira.





A Faculdade Campos Elíseos (FCE) foi autorizada pelo Ministério da Educação a funcionar com o nome de Faculdade de Ciências do Estado de São Paulo em 11 de julho de 1994 e, posteriormente, foi reconhecida por meio da Portaria n 2.076 de 31 de outubro de 1997, com o nome de Faculdade de Administração de Empresas do Estado de São Paulo – FAESP. Mais tarde, teve seu reconhecimento renovado pela Portaria nº 2.413 de 7 de julho de 2005. Por questões relativas ao registro de marca, a FAESP é hoje denominada Faculdade Campos Elíseos.
O importante é que a antiga FAESP, hoje Campos Elíseos, não perdeu a essência que lhe deu origem. Os princípios que escolheu como foco de seu trabalho (formação ética, desenvolvimento de competências, responsabilidade social e solidariedade) continuam cada vez mais vivos e presentes no dia a dia de suas atividades.
Está localizada na Rua Vitorino Carmilo, 644 no Bairro Campos Elíseos. Telefone (55) 11 3661 5400. www.fce.edu.br
A qualidade de ensino é uma meta persistente dos dirigentes da FCE. Basta acessar o site do Ministério da Educação (www.mec.gov.br) e você verá as avaliações que tivemos no decorrer de nossa história. Outra referência em que poderá ser constatada nossa excelente avaliação, é a Pesquisa de Análise Setorial do Ensino Superior Privado, realizada pela Hoper (2009, HOPER, Análise setorial do ensino superior privado. Coord Geral Ryon Braga. Foz do Iguaçu (PR): S/Editora, especialmente pp,. 70 e 71).
Outra importante fonte que avalia positivamente nossos trabalhos é a EMPREGABILIDADE. Nossos alunos e ex-alunos encontram-se bem colocados no mercado de trabalho. Podemos inferir que chegamos ao índice de 96% de empregabilidade. 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Meu Perfil Atual

Jhonas Santos Barbosa

Negociador Jurídico Sênior na AUDAC SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM COBRANÇA E ATENDIMENTO
Localidade São Paulo, São Paulo, Brasil (São Paulo e Região, Brasil)
Setor Bancos

Visão geral de Jhonas Santos Barbosa

              Atual
  • Negociador Jurídico Sênior na AUDAC SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM COBRANÇA E ATENDIMENTO
             Anterior
  • NEGOCIADOR na CLAUDIO LUIZ LOMBARDI E ADVOGADOS ASSOSSIADOS
  • Vendedor na Nestlé S.A
            
             Formação acadêmica
  • FCE - Faculdade Campos Elíseos
  • BRASILIO MACHADO
Experiência em atendimento e negociações com clientes de alta renda, experiência na área Jurídica, Administrativa e Comercial. ( Objetivo Torna-se um Executivo de Grande destaque )


Negociador Jurídico Sênior

AUDAC SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM COBRANÇA E ATENDIMENTO

agosto de 2011Presente (1 ano 5 meses)
Atuar como negociador de cobrança sênior, exercendo as rotinas da função Profissional com habilidade de negociação Comunicação fluente e articulada Facilidade em trabalhar em ambiente sob pressão Será um diferencial saber negociar com advogados e conhecer termos jurídicos.
Experiência na área negocial atuando pela carteira jurídica da Ativos S.A “Banco Do Brasil” contratos com valores acima de 200.000,00$ reais entre lotes variados como ( desconto de títulos , desconto de cheques , custeio agropecuário , Finame rural , BB giro rápido , conta garantida , proger urbano cooperfat , entre outros . Facilidade para lidar com advogados e empresários, conhecimento na área jurídica e comercial de Bancos um grande profissional da área negocial com habilidades diferenciadas , destaco aqui também um ponto muito interessante que é a facilidade que tenho para me adaptar seja em qualquer área

NEGOCIADOR

CLAUDIO LUIZ LOMBARDI E ADVOGADOS ASSOSSIADOS

setembro de 2010outubro de 2011 (1 ano 2 meses)
Responsável por uma Carteira de Cobrança Jurídica com Valores acima de (200.000,00) com Garantias Reais e Ajuizamento ( Extrajudical e Judicial )

Liderança de Equipe e comprometimento com os resultados

Vendedor

Nestlé S.A

Empresa de capital aberto; 10.001 ou + funcionários; NESN; Setor de Alimentos e bebidas
março de 2008julho de 2009 (1 ano 5 meses)
Na Nestlé S.A tinha elaborações e projeções de vendas aonde o trabalho estava totalmente voltada a ações de Marketing e venda acarretando no sucesso e lucratividade.

Graduação, Administração De Empresas

FCE - Faculdade Campos Elíseos

  • Bacharelado em Administração (Administração De Empresas)

 

Projetos de Jhonas Santos Barbosa

  • Campanhas da Ativos S.A ( Melhores Colocações ) , Campanhas semestrais e trimestrais

    • outubro de 2011 até outubro de 2012
    Membros da equipe: Jhonas Santos Barbosa, David Lima Cruz
    Esse projeto foi realizado com intenção de atingir os melhores resultados com a recuperação do crédito do Credor aonde as melhores equipes foram premiadas com bônus e remunerações consideráveis

Competências e especialidades de Jhonas Santos Barbosa

Competências e especialidades de Jhonas Santos Barbosa
JURÍDICA NEGOCIAÇÃO Microsoft Word Windows Microsoft Excel OPERAÇÕES DE BANCO PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO PowerPoint

domingo, 2 de dezembro de 2012




Plano de carreira é uma vantagem competitiva tanto para os funcionários quanto para as empresas…
Do lado do funcionário é muito importante que ele saiba o que quer e como vai fazer para chegar lá, para isto é preciso obter informações, elaborar objetivos e estratégias viáveis. Um profissional qualificado e com um plano de carreira definido, consegue aproveitar mais as oportunidades que aparecem. Não importa se no meio do caminho a pessoa percebe que não era aquilo que queria, a solução é refazer o plano de carreira e seguir em frente.
Do lado da empresa um bom programa de treinamento, desenvolvimento e avaliação de desempenho alinhado com um plano de cargos e salários bem estruturado e uma política de administração de carreira que ofereça condições para que o funcionário cresça dentro da empresa, ajuda a atrair e reter talentos, criando assim um diferencial diante do mercado, cada dia mais competitivo.
Não adianta somente o funcionário ou somente a empresa ter um plano de carreira bem definido, é preciso que ambos trabalhem juntos, porque a empresa não consegue motivar um funcionário se ele não estiver disposto a isto. A organização precisa dar o suporte necessário para que o colaborador se sinta valorizado e tenha vontade de crescer junto com ela, adquirindo novas habilidades e competências.
O plano de carreira organizacional e individual devem estar alinhados, porque nem sempre o que o funcionário quer pode ser o mesmo que a empresa esta disposta a oferecer…isto gera desmotivação, baixa produtividade, absenteismo e excesso de rotatividade.
Segundo alguns autores na área de RH, as etapas de um plano de carreira individual é:
* Exploração: quando o profissional busca informações, faz testes vocacionais para identificar o que realmente esta buscando profissionalmente e elabora objetivos e estratégias para que isto aconteça;
* Entrada: quando o profissional entra no mercado de trabalho ou seja consegue o emprego;
* Estabelecimento: quando o profissional não tem experiência, tem baixo salário e excesso de tarefas;
* Avanço: quando o profissional já domina o que faz, e busca aprimorar seus conhecimentos;
* Estabilização: quando o profissional já cresceu tudo que podia na empresa, e tem que escolher se continua onde esta, pede demissão, se aposenta, ou muda de carreira;
* Armadilha de Platô: quando o profissional coloca na balança tudo que já fez, se pergunta se valeu a pena, se era aquilo mesmo que ele queria, e define o que vai fazer para seguir em frente.


Joaquim Barbosa nasceu em  Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e, após, foi advogado do Serpro (1979-84).[3]
Prestou concurso público para procurador da Repúblca , e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado e doutorado ambos em Direito Público, pela Universidade de Paris -II (Panthéon-Assas) em 1990 e 1993. Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi visiting scholar no Human Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003). Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino desde os 16 anos de idade. Foi indicado Ministro do do STF por Lula em 2003.[4]
Joaquim Barbosa é o primeiro ministro reconhecidamente negro do STF, uma vez que anteriormente já compuseram a Corte um mulato escuro, Hermenegildo de Barros, e um mulato claro, Pedro Lessa